A Verdadeira Doença da Alma

ago18

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A homossexualidade não é uma enfermidade espiritual. Doenças da alma são as más tendências do homem, seus maus pensamentos, sentimentos e atos. Falar mal da vida alheia é uma doença. Julgar e criticar é outra. Matar, roubar, mentir, trapacear, estuprar, esses são males que ninguém questiona.

Doenças da alma são as más tendências do homem, seus maus pensamentos, sentimentos e atos.  Falar mal da vida alheia é uma doença.  Julgar e criticar é outra.  Matar, roubar, mentir, trapacear, estuprar, essas são enfermidades que ninguém questiona.
O sexo pode se transformar numa doença quando gera desequilíbrio.  Desrespeito, excessos e promiscuidade são fatores de desequilíbrio, independentemente do tipo de relação, se homo ou heterossexual.  A homossexualidade não é um desvio, patologia, desequilíbrio ou qualquer outra anomalia.  Trata-se apenas de mais um caminho de crescimento.
Não é propriamente uma opção da carne.  Muito antes de reencarnar, o indivíduo já traz essa tendência ou mesmo escolha.  As razões são muitas e as mais variadas, e a ninguém cabe perquiri-las ou julgá-las.  Cada qual com suas vivências vai desencadeando o crescimento da alma.
O que conta na hora da avaliação das obras da vida são as ações boas ou equivocadas que adotamos.  O que pesa na balança da nossa consciência é o coração, não o sexo.  Importante é ser uma boa pessoa, honesta, sincera, digna.  Todo o mais decorre das experiências necessárias ao aprendizado incessante da alma.Doen

O sexo pode se transformar numa doença quando gera desequilíbrio. Desrespeito, excessos e promiscuidade são fatores de desequilíbrio, independentemente do tipo de relação, se homo ou heterossexual. A homossexualidade não é um desvio, patologia, desequilíbrio ou qualquer outra anomalia. Trata-se apenas de mais um caminho de crescimento.

Não é propriamente uma opção da carne. Muito antes de reencarnar, o indivíduo já traz essa tendência ou mesmo escolha. As razões são muitas e as mais variadas, e a ninguém cabe perquiri-las ou julgá-las. Cada qual com suas vivências, vai desencadeando a evolução da alma.

O que conta na hora da avaliação das obras da vida são as ações boas ou equivocadas que adotamos. O que pesa na balança da nossa consciência é o coração, não o sexo. Importante é ser uma boa pessoa, honesta, sincera, digna. Todo o mais decorre das experiências necessárias ao aprendizado incessante do espírito.

Todos os seres humanos são iguais em essência, não há nada que nos distinga de nossos semelhantes.  O que faz diferença na outra vida é a quantidade de culpa que jogamos em nossos ombros, não importa se dela estejamos conscientes ou não.  À medida que vamos compreendendo por que agimos de forma contrária às leis da natureza, vamos aprimorando nosso ser e, consequentemente, deixamos de nos maltratar.

Disso tudo resulta que a homossexualidade não é um fator de punição nem traz consequências dolorosas para ninguém.  A punição, quem impõe é o próprio indivíduo, que não se aceita nem tem coragem de assumir o que realmente é.  E as consequências não diferem em nada daquelas geradas por qualquer criatura que esteja agindo com desamor.

Tudo o que vem das mais variadas Escrituras foi escrito e interpretado pelo homem.   A palavra de Deus é uma só: amor.  Quem aprendeu a amar já sabe, em seu íntimo, qual a vontade de Deus.  Para amar, ninguém precisa ser bonito, rico, inteligente ou heterossexual.  Basta ter um coração puro e simples.  Este é o verdadeiro valor da vida.

Compreender e aceitar a homossexualidade é uma questão de respeito.  Respeitar é não julgar, não olhar o outro como se ele fosse um pecador digno de piedade.  Às vezes, só de dizer que não devemos julgar, já estamos julgando.  Quando falamos: “não julguemos o transgressor”, já estamos definindo que ele transgrediu alguma norma.  E quem somos nós para estabelecer essas normas e fazer tal avaliação?  Jesus nunca julgou ninguém, na acepção mais pura do que seja julgar. Ele simplesmente amava e compreendia.

Não devemos criar rótulos nem disfarçar o preconceito sob a falsa aparência da compaixão.  Dizer que não tem preconceito, mas não aceita é, no mínimo, uma ilusão, ainda que para si mesmo.  A ausência de preconceito é genuína quando aceitamos o outro sem questionar ou nos importar com suas condições de vida, sejam elas étnicas, sociais, financeiras, culturais ou sexuais.

Tampouco devemos tentar modificar a essência do próximo nem incutir-lhe medos ou culpas desnecessárias.  Ajudamos um homossexual simplesmente mostrando-lhe que se aceitar é o caminho para uma vida feliz e que Deus não irá puni-lo nem o amará menos por isso.  Aliás, melhor mesmo seria pararmos de definir as pessoas, qualificá-las ou chamá-las de qualquer coisa.  As pessoas simplesmente são pessoas.

Quem quiser se aproximar de Deus, basta amar a si mesmo e ao outro.

Comentários dos usuários(12):(incluir comentario)

  1. Antonia em 07 de novembro de 2011, disse:

    Amei essa matéria. O mundo ainda está na faixa do julgamento. Maravilhoso artigo. Já havia sacado que a verdadeira espiritualidade não está nem aí para com quem escolhemos para amar ou não.
    Bjs!!!!!!!!! =]

  2. Cloves Guedes em 28 de novembro de 2011, disse:

    Verdade. O mundo é muito preconceituoso, mas vale lembrar que a homossexualidade não é uma doença e sim uma escolha. Todos nós merecemos amar seja qual for sua tendência sexual. Não cabe a nós julgar o certo e o errado, pois homossexualismo é uma escolha como qualquer outra.

  3. Cloves Guedes em 28 de novembro de 2011, disse:

    Verdade. O mundo é muito preconceituoso, mas vale lembrar que a homossexualidade não é uma doença e sim uma escolha. Todos nós merecemos amar seja qual for sua tendência sexual. Não cabe a nós julgar o certo e o errado, pois homossexualismo é uma escolha como qualquer outra.

  4. Mônica de Castro em 05 de dezembro de 2011, disse:

    Oi, Antonia. Realmente, esse julgamento é dos homens e temos que nos acostumar a respeitar o próximo. Afinal, somos todos iguais. Beijos.

  5. Mônica de Castro em 05 de dezembro de 2011, disse:

    Olá, Cloves. Quando falo em verdadeira doença da alma, refiro-me ao preconceito, e não à homossexualidade, que não tem nada de doentio. O preconceito, sim. Beijos.

  6. Cloves Guedes em 06 de dezembro de 2011, disse:

    Olá, Mônica. Gostaria de saber se vc, tem uma ideia, sobre seu novo livro.

  7. José Carlos da Silva em 25 de fevereiro de 2012, disse:

    Alô Mônica o preconceito é fruto da ignorância ou é um aspecto da nossa cultura que tem nas religiões a palavra símbolo “pecado” como agente indutor do medo, contrariando o pensamento filosófico da mãe da religiões, o hinduísmo, que tem como princípio a palavra liberdade. Considerando como as religiões nascem a partir dos Vedas, que não contam histórias de reis ou rainhas ou heróis e sim sentimentos populares desde dos inícios dos tempos.

  8. Ramon em 12 de março de 2012, disse:

    Se prestarmos bastante atenção quem impede os homossexuais de viverem o mais dignamente possível ou dificultam isso ao máximo. São as pessoas pertencentes aos credos religiosos (todos sem exceção) É incrível como as palavras de Jesus funcionam até hoje: suas palavras (sua filosofia, boa nova, etc)para os doentes. ê, mônica, feliz seremos um dia quando não precisarmos mais nos qualificar em grupos (religiosos, sexuais, esportistas…)e vivermos irmanados numa grande família.

  9. Luciana T. em 15 de setembro de 2012, disse:

    Belíssima mensagem.

  10. Viane em 25 de setembro de 2012, disse:

    Parabéns pelo ponto de vista! O amor. Somente ele deve conduzir as nossas vidas, se a queremos plenas de paz e felicidade! Há algumas semanas, saía eu de uma sessão terapêutica pautada na temática sobre a visão espírita da homossexualidade quando, por ímpeto curioso entrei numa livraria e me dirigi à sessão espiritismo, numa busca totalmente descomprometida de algo que pudesse me auxiliar nesse entendimento. Fui de pronto atraída ao livro “O preço de ser diferente” que tem sido um verdadeiro “divisor de águas” em minha vida! Parabéns pelo trabalho!!

  11. Cláudio Eduardo em 18 de dezembro de 2012, disse:

    Antes de julgarmos as pessoas devemos primeiramente perguntar se Jesus agiria assim, quantos erros cometemos quando esquecemos de perguntar a Jesus se estamos agindo certo. Parabéns, Mônica, por me fazer refletir, muito obrigado.

  12. Alexandro Gruber em 29 de março de 2014, disse:

    Olá Mônica.

    Gotaria de dizer que simplesmente amo suas mensagens. Você, juntamente com Leonel trazem uma visão de mundo que nos inspira e nos dá coragem. Sou homossexual, e antes de me aprofundar na Doutrina Espírita não confessava isso a ninguém. Mas após estudar muito, percebi, dentro de mim, que estava preso as ilusões da matéria e a conceitos sociais e que era meu dever e missão como espírito aceitar-me e ser feliz sem medo. O livro de vocês “O Preço de ser Diferente” me ajudou muito e me mostrou isso. Obrigado por esse maravilhoso trabalho que você faz. Que Deus os abeçõe!

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