O Que É Ser uma Criança Índigo

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As crianças índigos são seres especiais que vieram somar forças e conhecimentos em prol do crescimento do nosso planeta. Como todas as crianças, precisam de amor, compreensão e respeito.

Hoje em dia, é comum a gente ouvir falar de crianças índigo, que estão encarnando entre nós desde a década de 70, intensificando-se na de 80. São seres com poderes especiais, que vieram ao nosso planeta para ajudar a impulsionar o nosso progresso. Seu nome deriva da cor índigo de sua aura, sendo a freqüência índigo de alta vibração espiritual, demonstrando manifestação dos centros energéticos superiores (6º e 7º chakras).

Vieram, segundo Divaldo Franco, de um grupo de estrelas chamado de Plêiades, cujo sol é Alcione, centro da nossa galáxia. Várias escrituras de várias religiões se referem às Plêiades como de grande importância na evolução do nosso planeta. E isso porque, segundo alguns estudiosos, a energia proveniente de Alcione trará uma luz de pureza aos seres humanos. Dizem que as energias de Alcione são exclusivamente cósmicas e produzirão uma luz constante que durará aproximadamente 2 mil anos. Será uma luz atérmica, sem calor, que não produzirá sombra, capaz de iluminar todos os seres e todos os lugares, tanto externa quanto internamente.

Essa questão sobre Alcione é bastante controvertida.  Afirmam os astrônomos que ela não é o centro da galáxia e que a Terra dela está se afastando.  Verdade ou mentira, o fato é que as crianças índigo estão aí, e ninguém pode negar que são diferentes.  Também não se nega a verdade incontestável de que o planeta está mudando.

Assim como, há milhares de anos, os habitantes de Capela vieram ao nosso planeta para ajudar no progresso da humanidade, naquela época ainda muito rudimentar, também os índigos chegam até nós para dar essa mesma ajuda, preparando o nosso planeta para uma nova era, pois a Terra passará de um rudimentar mundo de dor para um mundo de iluminação. Há aí uma diferença: de Capela, vieram para cá os seres mais rebeldes, que teimavam em persistir no mal, atrasando a evolução daquele mundo. Com seu intelecto mais desenvolvido, impulsionaram o nosso progresso tecnológico, embora a moral permanecesse ainda bastante atrasada.

Esses espíritos que agora chegam têm uma missão muito diferente dos capelinos. Todos eles têm altos níveis intelectuais e psíquicos, mas não necessariamente serão moralmente mais elevados. São seres que já vêm prontos para auxiliar o nosso progresso, mas o direcionamento de sua moral vai depender muito de nós. Embora sensíveis e de fácil assimilação dos ensinamentos, são almas que precisam ser modeladas.

Não são melhores nem piores do que as crianças comuns. São apenas diferentes, têm um potencial psíquico e energético maior. Há crianças que não são índigos que têm um amadurecimento espiritual muito grande, porque já viveram muitas vidas neste planeta, aprenderam muito e adquiriram uma grande bagagem espiritual e moral, estando até em condições de ajudar na adaptação e orientação dos índigos. Então, ser índigo não significa ser melhor. Os índigos também têm muito o que aprender, e seu aprendizado dependerá de nós.

Essas crianças possuem características peculiares. Desde cedo demonstram-se conscientes de que pertencem a uma geração especial, têm alto nível de inteligência e chegaram para provocar mudanças e revisão de crenças e valores. Os índigos costumam ser gentis e possuem um novo estado de consciência, um sistema imunológico fortalecido, telepatia, capacidade para prever o futuro, reconhecer seres etéreos, são intuitivos e possuem dom de cura. Resumindo, são grandes médiuns.

Nascem em qualquer classe social e econômica. Geralmente comem pouco e são mais delgados, possuem olhos grandes e expressivos, com o lóbulo frontal ligeiramente pronunciado e podem ser canhotos ou ambidestros. Têm o dom de ver a aura das plantas e dos animais, além de seres de outras dimensões, como fadas e gnomos. Têm uma hipersensibilidade olfativa e tátil, chegando a se incomodar até com a etiqueta das roupas, pois preferem tecidos de algodão puro, mais macios.

A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento e não responde à autoridade. Não adianta ficar dando ordens a um índigo, porque ele será sempre teimoso. Também não teme ameaças nem cede a chantagens. É preciso ter paciência e explicar o porquê. Só quando ele compreende a ordem, e ela faz sentido para ele, é que ele obedece. Se não, pode obedecer, mas por obediência a uma imposição paterna, o que faz com rebeldia.

Aprende de forma diferente, mais pela prática do que pelo estudo. E, depois que aprende, desinteressa-se pela coisa e larga para lá. É aquela criança que ganha um brinquedo e logo larga, não por ser mimada, mas porque, ao conhecer todo o seu funcionamento, não se interessa mais por ele e quer outro, para aprender outras coisas. Ou é destrutiva, não por perversidade, mas por curiosidade. Como vem de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vê algum objeto diferente, quebra-o para poder olhar sua estrutura. Daí estar sempre querendo ganhar coisas novas.

Está sempre perguntando por que em cima de por que. Quanto mais a gente responde, mais ela quer saber, até esgotar o assunto e ficar satisfeita. E vai além do que vê e ouve, demonstrando curiosidade pelo que está por trás das histórias, pelo que não estamos vendo nos filmes.

Pode ter amigos imaginários e presta atenção a várias atividades ao mesmo tempo. Gosta de videogames violentos, pois essa é uma forma de gastar a energia que tem sobrando, mas se sua energia não for bem direcionada, pode ser violento.

Fala pelos olhos, desde bebê. Não fica em fila e vive atropelando as pessoas. Não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período. No cinema, então, é uma tortura, porque está sempre chutando a cadeira da frente.

Muitas vezes, por não compreendermos a criança, acabamos não dando crédito a seus dons, o que pode levar o índigo à introspecção, à rebeldia, ao uso de drogas e ao crime. Quando uma criança falar ou fizer algo que parece absurdo, devemos conversar com ela, mas nunca rir, debochar ou brigar. Coisas do tipo: pare de inventar, pare de mentir, não tem nada aí, isso tudo é imaginação, que coisa feia só vão fazer com que a criança se torne agressiva ou se encolha. Qualquer uma das duas opções não é boa e vai tirar a espontaneidade da criança. A compreensão é o melhor caminho, até porque, a criança pode estar se referindo a algo aparentemente absurdo para nós, mas que está realmente vendo ou ouvindo ou que está registrado na memória dela como algo vivido em outra dimensão ou outro planeta.

E temos que nos conscientizar: não é porque somos adultos que detemos o privilégio da verdade.

A imensa maioria dos índigos é hiperativa ou tem o que se chama TDAH – TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE. São crianças agitadas e com dificuldade de concentração. Como possuem uma visão diferenciada das coisas, não se dão bem em escolas tradicionais, tornando-se quase insuportáveis.

O melhor tratamento que podemos dar a um índigo ou mesmo ao hiperativo é o amor. Temos que nos conscientizar de que a criança não é um adulto em miniatura, muito embora, às vezes, se comporte como tal. É um ser em formação, que necessita de atenção e carinho. Não precisamos mimá-la, mas também não devemos exigir muito dela. É preciso observar a conduta das crianças, evitando punições e, ao mesmo tempo, colocando limites através do diálogo e da compreensão. A agressividade os torna rebeldes, o que pode levar alguns ao crime.

São crianças difíceis no tratamento diário, mas afetuosas. Para conquistá-las, basta tratá-las com amor. Devemos educá-las apelando para a lógica e o bom-senso. Devem ser orientadas e esclarecidas tantas vezes quantas forem necessárias. Devemos colocá-las no colo, fazer-lhes carinho, ensiná-las a orar e a conhecer as coisas divinas. Temos que lhes dar valores, porque elas são diferentes, mas precisam ser ensinadas. São como diamantes brutos: com toda a beleza e brilho, só precisando ser lapidadas.

Essa é a melhor forma de tratarmos as crianças, sejam índigos ou não.

Comentários dos usuários(37):(incluir comentario)

  1. Sonia Martins em 16 de setembro de 2009, disse:

    Acabei de ler sobre o tema crianças índigo,a muito tempo tenho curiosidade de saber as características deste tipo de criança,
    adorei as explicações pois fazia uma idéia muito diferente sobre o tema.
    Um abraço
    Sonia (mãe da Jordana)

  2. Mônica de Castro em 19 de setembro de 2009, disse:

    Olá, Sonia. Que bom que você gostou do artigo. Não sou nenhuma entendida no assunto, mas escrevi o que escrevi foi o resultado de tudo o que li a respeito, que pude conciliar com as minhas observações.
    Tudo de bom para você!

  3. vanuza em 16 de outubro de 2009, disse:

    Mônica,fiquei muito satisfeita cm o artigo,quero me inteirar nesse assunto,pq tenho subrinhos e preciso observa-los melhor,vou até comprar alguns livros q falam sobre o assunto,fico feliz pelo esclarecimento,muito obrigada,n só por esses e sim por tds,grande beijo n coração…

  4. Mônica de Castro em 29 de outubro de 2009, disse:

    Olá, Vanuza.
    O artigo é bem simples, mas espero que tenha esclarecido algumas coisas. Já passei a bibliografia por e-mail, não foi?
    Beijos.

  5. Andréa em 10 de novembro de 2009, disse:

    Sônia, gostaria de saber se todos os indigos possuem TDAH ou nem sempre um TDAH é indigo.
    Obrigada.

  6. Mônica de Castro em 11 de novembro de 2009, disse:

    Olá, Andréa.
    Nem todos os índigos possuem TDAH, assim como nem todo aquele que tem TDAH é índigo. Isso acontece muitas vezes, mas não sempre.

  7. daniela em 11 de agosto de 2010, disse:

    Olá!
    Amei o artigo!Meu filho se enquadra! Ele não aceita coisas impostas,tudo tm q serconversado,é muito cansativo!Nunca havia tido problema ,ontem a prof me disse q ele quer ser sempre o melhor, e que tudo que ela vai ensinar ele diz que ja sabe! Fiquei preocupada, como posso ajudar ele?? Tenho medo que a prof exclua,.A prof saiu p/ licença maternidade e nunca relatou estes fatos,a substituta é quem me falou,mas preocupei pq ela esta fazendo terapia ocupacional,pode interferir será?? Abraços

  8. daniela em 11 de agosto de 2010, disse:

    OLá! EU sou a mãe do comentário acima,esqueci de dizer,ele fez 5 anos em abril!
    Abraços

  9. carol dusek em 22 de fevereiro de 2011, disse:

    Olá bom dia… Adorei o artigo a respeito das crianças índigo. A pouco tempo, venho pesquisando. Mas existe algo, que realmente entrei numa dúvida. Como todo ser humano, tem seus defeitos e qualidades. Porém, ainda não encontrei nada a respeito de seu temperamento de briga de um índigo com outro índigo. Se souberem me explicar a respeito. Pq não consigo encontrar… Acredito que pelo temperamento difícil e criação desde criança, contribuam para isso também. Mas as crianças quando brigam entre elas há uma possibilidade delas voltarem a se falar? Mesmo, que demore tempo? Alguém ceder? Como proceder?

  10. MANUELLA em 05 de junho de 2011, disse:

    São quase 1 hora da manhã e entrei na internet chorando para tentar encontrar algo que explicasse o comportamento do meu filho. entrei em sites sobre tdah, autismo, toc, hipersensibilidade olfativa, mas ao digitar algumas caracteristicas dele caí aqui. Ele faz 4 anos mes que vem e tenho procurado ajuda, pois apesar de muito inteligente, as vezes até surpreendente nos vocabulário e concordancia verbal que usa, nao se “introsa” bem na escola,não tem vontade de ir a aula pois diz q ja sabe o q vai ser ensinado, sente cheiro de algumas coisas que nós nao estamos sentindo, o q as vezes o faz até vomitar, além de as vezes ser agressivo, mas tb ser na maioria das vzs muito carinhoso, ter comportamentos repetitivos, escreve com as duas mãos,tem dificuldade para dormir etc,etc,etc.Ficaria horas aqui falando sobre ele…
    Busquei uma psicopedagoga por causas das queixas da professora dele, porém apos a avaliação ela disse q ele não tem nenhuma dificuldade de aprendizado, pelo contrário, está sendo mal aproveitado. Estou em busca de outro profissional para saber da parte comportamental e me orientar quanto a forma de agir com ele. Pois suas reações são completamente inusitadas.

    Este artigo pareceu encaixar muito bem no quadro dele, vou continuar procurando ajuda, mas seu artigo foi bem esclarecedor.
    obrigada.

  11. Mônica de Castro em 11 de junho de 2011, disse:

    Olá, Daniela. Já faz tanto tempo que não sei se vou conseguir ajudá-la. Acho que o melhor tratamento é sempre o amor. Uma homeopatia ou florais também ajudam, assim como uma terapia, mas não tradicional.

  12. Mônica de Castro em 11 de junho de 2011, disse:

    Olá, Carol. Nunca pensei a respeito de briga entre crianças índigo. Mas é só a gente lembrar que, antes de tudo, são crianças. Por isso, acho que vão resolver seus problemas normalmente. Aliás, não tão normalmente, já que têm uma enorme capacidade de compreensão. Então, acho que logo, logo, elas resolvem suas diferenças e voltam a ser amigas.

  13. Mônica de Castro em 11 de junho de 2011, disse:

    Olá, Manuela. Espero que você consiga ajudar seu filho. O artigo tem fundamento espiritual, não clínico nem médico. As crianças índigo podem ser hiperativas, e consultar um neuropediatra deve ajudar. Mas vou lhe passar um pouco da minha experiência pessoal no assunto. Tratei meu filho com homeopatia, florais e terapia. A escola dele também ajudou muito, já que a considero bem preparada para qualquer tipo de problema. Nunca lhe dei remédios alopáticos, pois acho que eles mexem com o cérebro. Mas isso é uma escolha de cada mãe.
    De resto, muito amor é o que mais ajuda. Compreensão nunca é demais. E respeito. Procure entender e respeitar. Sei que não é fácil, compreendo bem o que você está passando, já que eu mesma passei por situação semelhante. Mas, com o tempo, a tendência da criança é melhorar. Vai ficando mais centrada, embora continue meio dispersiva em algumas coisas.
    Ore pelo seu filho, busque ajuda espiritual. É sempre um bom caminho.
    Muita luz para você e para ele.

  14. Sonia Silva Soares Sciarretta em 23 de junho de 2011, disse:

    Parabéns! Mônica. Esclarecedor seu artigo e que faz muita diferença em meus estudos agora, principalmente em minhas observações pessoais.
    Tenho melhor consciência de alguns acontecimentos passados e atuais em minha família. Agradecida. Amizade eterna.

  15. Mônica de Castro em 24 de junho de 2011, disse:

    Espero realmente que tenha ajudado. Muitos duvidam e criticam, mas a fé é justamente para os que não têm provas.

  16. erik em 25 de junho de 2011, disse:

    monica eu acho que eu sou indigo mas não tenho certeza ainda eu tenho uma amiga q fala q eu sou eu tenho djavus eu sonho e depois aconteçe escuto vozes de crianças o meu msn e erik.lok0@hotmail.com o lok0 e com zero no ultimo o me ajuda preciso saber por favor me ajude a descobri o meu espireto interior obrigado

  17. Mônica de Castro em 01 de julho de 2011, disse:

    Olá, Erik.
    Segundo o que você me descreve, não dá para saber se você é índigo ou não. Mas essas características, com certeza, são de mediunidade. Talvez fosse bom você procurar um centro espírita para conhecer e educar sua mediunidade. Quem recebe esse dom tem uma missão com o mundo, que é sempre de ajudar. Procure também estudar sobre o assunto, leia livros como O Livro dos Médiuns, de Allan kardec. Mas não se preocupe. Nada disso é fora do comum. Conhecendo-se melhor, você vai poder se ajudar.
    Boa sorte e qualquer dúvida, escreva-me de novo.

  18. luana em 18 de julho de 2011, disse:

    Monica adorei esse seu artigo,ja tinha lido ha muito tempo atras,mas volte e meia quando parece que a reservca de pacienia esta no fim,eu leio e renovo.Meu filho tem muitas caracteristias que estao descrita no seu texto,mas o importante sendo indigo ou nao é a forma que tratamos as crianças.
    Abraços, e obrigada…

  19. Mônica de Castro em 18 de julho de 2011, disse:

    Verdade, Luana. Principal nisso tudo é tratar as crianças com amor, o que não significa permissividade. Dar limites é importante, mas a amorosidade é fundamental. Índigos ou não, todas as crianças são especiais. Com relação ao seu filho, homeopatia e florais podem ajudar. Também uma terapia, principalmente se for mais holística. Beijos.

  20. Maria de Lourdes Lanzellotti em 01 de fevereiro de 2012, disse:

    Já li bastante sobre Indigos mas vc traz coisas novas, detalhes que não conhecia. Minha neta de dez meses tem todas as características de um bebê índigo, tem uma vitalidade incrível (força física mesmo!!!) e, inclusive, tem muita dificuldade para dormir de dia. Fica visivelmente tensa, faz até “cara” de sofrimento, a gente vê que ela está sofrendo mesmo de sono, mas não consegue dormir. Isso é comum nos índigos? O que vc recomendaria?

    Abraço e muitíssimo obrigada.

  21. luciene ruy em 17 de março de 2012, disse:

    Bom dia, sabe Monica tenho certeza que meu sobrinho de 5 anos é uma dessas crianças, ele alem de inteligente percebo que tem uma percepção dele é muita.faz 10 coisas ao mesmo tempo, nada prende por muito tempo a atençaõ dele. Desde de bebezinho já sabia do que gostava em programa de televisão, gostava de video clip em vez de desenhos.Dá lição de moral nos pais , discute com os pais quer colocar o ponto de vista dele. E é muito sociavel com todos onde vai faz amizades até com adulto e não gosta que tratem ele como criança. E gosta de espiritismo desde muito cedo, adora tomar e dar passes. Procuro enviar materias assim p minha cunhada ler p aprender a lidar com ele, que não é facil!

    Gostei muito desta materia e já enviei p os pais desta criança que sei que veio em nosso meio familiar não só p aprender como a ensianar todos nós ao seu redor!
    Um abraço de uma fã e espero que amiga tambem!

  22. Alessandra em 12 de abril de 2012, disse:

    Olá! Eu me identifico como índigo. Não criança, pois já sou adulta.
    Mas desde pequena sempre fui chamada de contestadora, teimosa. Nunca me conformei com o tradicional. Sempre me interessei por assuntos espirituais e a “morte” sempre me intrigou, me fazendo buscar respostas que até hoje não me satisfazem.
    Sempre gostei de desmontar as coisas para ver e depois remontava. Normalmente me “desfaço” das coisas quando sei tudo sobre elas.
    Tenho sensações que me trazem um passado que “vem” em flashes…
    Sou extremamente sensível a odores… Inclusive, o Natal tem sei cheiro especial, bem como outras épocas do ano.
    Lembro um episódio em que acordei e a casa toda exalava a clara de ovo cozida… Fiquei anos sem comer clara de ovo. Como enjoei…
    Minha mãe fala para mim que quando eu era pequena e ainda não sabia ler, via as figuras dos livros e gibis e criava estórias e as pessoas acreditavam que eu realmente estava lendo.
    Sempre tive muita facilidade com idiomas… Mesmo sem estudar, eu “arranho” italiano, espanhol e francês. O Inglês eu estudei, mas desde antes de estudar eu entendia.
    Tenho sonhos premonitórios (mas não sei a data, só o que vai acontecer); ouço, vejo e sinto o meio espiritual, sendo identificada como médium.
    Algumas vezes me senti deslocada, pois muitas vezes fui incompreendida. Minha mãe sempre me diz que sou extremamente desatenta e desorganizada, mas eu sempre consegui me entender na minha bagunça.
    Meu marido também se parece muito comigo. É autodidata, hiperativo… Extremamente inteligente e bondoso. Cresceu num ambiente sem qualquer expectativa e tudo o que ele é hoje aprendeu sozinho. Também tem a capacidade de sentir e ver o lado espiritual, mas luta muito contra isso.
    Meu bebê é extremamente vivo. Esperto demais. ODEIA dormir. Gosta de brincar, é extremamente curioso… Presta atenção em tudo e imita perfeitamente. É extremamente, extremamente carinhoso. Abraça as pessoas, faz cafuné em mim… E é carismático demais. Todos a rua, desde que ele era recém-nascido falam que ele é lindo e iluminado. Até me assusta!
    Queria um conselho de como podemos desenvolver isso em seara espiritual para que nossa família possa extrair o que há de bom e ajudar mais a coletividade.
    Peço desculpas por ter sido tão extenso…

  23. andrea gomes da costa em 01 de junho de 2012, disse:

    Olá Monica, gostei muito de ler esse artigo. Tenho uma filha de 4 anos que é muito amorosa, abraça as pessoas e na escola recebe todos os amiguinhos com abraços, porém, algumas crianças não gostam dessa atitude dela e a empurram, já conversei com ela sobre isso várias vezes e nada adiantou…apesar de ser uma filha amorosa, ela é muito sapequinha e desobediente, a escola me orientou a levá-la num psicologo, pois é muito ativa e brinca ao mesmo tempo com diversas coisas e não se concentra em uma única atividade. Somos espíritas e após vários tratamentos me disseram que ela é uma criança índigo, estou confusa pois não entendo quase nada sobre este tema, gostaria que vc me indicasse algumas leituras a respeito do assunto! Muito obrigada,
    Andrea

  24. Alrisséia em 29 de julho de 2012, disse:

    Olá Monica, o meu filho de 8 anos se identifica muito como uma criança indigo. Não sei bem sobre o assunto, mas gostaria muito de saber se ele é realmente um ser indigo. Ele é muito imperativo, desde bebê ele era diferente. Na escola ele diz que ja sabe o que a professora vai ensinar e só faz as tarefas quando quer. Ele ja deu pra falar que vê discos voadores. Pergunta muitas coisas espirituais, ele adora olhar as estrelas e nao gosta dormir. Por favor me ajude!

  25. Joana em 10 de outubro de 2012, disse:

    Meu filho é muito agressivo, sempre bastante irritado, porém com um inteligência fora do normal pra idade dele. Ele tem apnas 3 anos. Ele pode ser uma criança Indigo??? Estou qurendo entender. Obrigada.

  26. diego em 15 de fevereiro de 2013, disse:

    obrigado vc me ajudou em uma descoberta que eu tinha uma pequena lembrança

  27. Junior Nunes em 08 de abril de 2013, disse:

    eu estudei muito esse tema
    tenho 17 e possuo todas as caracteristicas de um indigo

    eu passei tudo pelo crivo da razão e da logica
    e percebi que isso é uma mentira

    não existe crianças indigo
    é uma historia ridicula

  28. Neudo de Paula Silveira em 11 de abril de 2013, disse:

    Ola, boa tarde. Como sou estudioso deste e de outros assuntos relacionados ao desenvolvimento dos seres que chamamos de humanos, não podia deixar me manifestar quanto ao tempo que teimam em frisar com relação ao aparecimento dos seres índigo aqui neste planeta terra.Em primeiro lugar, sempre nasceram seres índigos e seres cristais aqui neste planeta, apenas antes vinham em pequenos numeros, porém a partir da décado de 1940/50, começaram a nascer em maior quantidade, vide o movimento de libertação ocorrido nos anos 60/70, exatamente com aquele grupo nascido vinte trinta anos antes, porém só após algumas observações feitas por alguns estudiosos dos EUA no começo dos anos 70, admitiu-se esta possibilidade. Eu como um ser índigo, nasci no ano de 1957, sempre tive muitos problemas de relacionamesnto com a maioria das pessoas, por não me adequar aos costumes antigos e sem nexo a que tentavam me inserir, só através de estudos e após adquirir conhecimento de causa, descobri o por que de tudo aquilo que acontecia comigo,assim como com muitos que iguais a mim, eram taxados de anti social, prepotente, enfim os mais diversos adjetivos e quase sepre no sentido de nos jogar para baixo. Hoje após buscas constantes, sei que somos seres um pouco diferentes, porém, não somos piores e nem melhores do que ninguém, mas somos e pensamos bastante diferente do convencional.Não vou me alongar muito, por que fica muito massante e não vai ajudar em nada. mas espero que ao buscar mais e melhores informações sobre este tema,voce verá que existe muito mais seres que se incluem neste contexto, do que possamos imaginar.Qualquer coisa, estou e estarei sempre ao seu dispor.

  29. Felipe em 13 de maio de 2013, disse:

    Isso é tudo uma loucura. Como podemos, simplesmente, mudar a forma de ensinar e nos “adaptar” ao que eles querem. Que negócio é esse? Eles devem se adaptar ao que nós temos como estabelecido aqui. Todo forasteiro deve se acostumar com o novo local em que se encontra. Até porque, devido a tanta palhaçada e protecionismo eles viraram e estão virando monstros e ninguém faz nada para trazer a autoridade ao professor. A ditadura militar faz falta com relação ao respeito a autoridade e simplesmente aceitar o que é dado. Se alguém tem curiosidade que procure saber mais por si só, pois aí seria uma vantagem imensa para a pessoa tornar-se um autodidata. Abraço!

  30. Paula em 12 de dezembro de 2013, disse:

    Olá, estava buscando algo que me situasse quanto a mediunidade, faço Coem há seis meses e me dou bem com psicografia e passe. Lendo seu artigo busquei mais informações, sou canhota e fui diagnosticada com TDAH aos 17, sempre fui introspectiva, a melhor da sala, hoje sou formada em direito e adoro enigmas, já li vários livros para aumentar a inteligencia, considero meu maior tesouro, mas dentre as caracteristicas do indigo a que mais me chamo a atenção é que eles vivem como se fossem da realeza, no meu trabalho dizem que tenho um jeito da nobreza. Além do mais tudo o que é pra mente eu estudo, meu proximo passo pra 2014…me matricular no pro vida. Meu primeiro desenho na escolinha foi um anjo, lembro que aquele ser eu não sabia o nome, mas sabia que conhecia, fui saber mais tarde que faço parte também dos genios da humanidade segundo angelólogos dedicado apenas para quem nasceu em 5 dias do ano. Bem, sempre me achei diferente, agora tenho respostas. Boa noite!

  31. Verinice em 26 de novembro de 2014, disse:

    Boa tarde
    Minha filha de 10 anos foi diagnosticada como uma criança índigo. tenho muitas duvidas quanto a esse tema e principalmente em saber como agir com ela. Gostaria de saber mais sobre o assunto.

  32. LORENA em 07 de janeiro de 2015, disse:

    Gostei muito do texto, ontem fui ao centro espirita e me disseram que meu filho de 08 anos poderia ser uma criança indica, ele concluiu o 2 ano mas nao aprendeu a ler e nem escrever confundi muito as letras e responde tudo correto mas oral, me mandaram procurar um piscologo ( a escola), mas sei que ele nao tem problema ele é muito inteligente, adora brincar sozinho, e lendo seu texto vi que ele se identifica muito com o que li, gostaria de saber como poder ajuda-lo mais, pois na escola os coleguinhas rien dele por nao ter aprendido a ler e a escrever. obrigado pelo texto maravilhoso agradeço pela ajuda…

  33. Lara em 22 de janeiro de 2015, disse:

  34. Cinthya Quaresma em 19 de abril de 2015, disse:

    Olá, adorei o artigo, uma amiga ja tinha me falado sobre este assunto qdo conversávamos sobre meu filho…ele tem 7 anos, ama astronomia, é muito inteligente em matemática, ama ficar deitado comigo contando historias sobre como salvar o planeta,como ocorre eventos de eclipse…ano passado começou a ter dificuldades na escola e foi diagnosticado com TDA sem hiperatividade…notei muito semelhança com ele neste artigo, menos o fato da hiperatividade, não seguir regras e ser agitado.
    pergunto, ele pode ser uma criança ìndico????

  35. Fabiana em 08 de junho de 2015, disse:

    Oi, Monica! Adorei o artigo, mas, você poderia fazer um bem completinho assim (rsrsrs) sobre crianças cristal?

  36. Priscila em 24 de junho de 2015, disse:

    Oi Mônica você pode enviar o seu e-mail?

  37. Eliana em 02 de novembro de 2015, disse:

    Monica meu filho é índigo, e é absolutamente adorável, generoso, cuidadoso com as pessoas, amoroso, mas não quer saber de estudar!! Me me deixa em pânico!! Já tentei de tudo, acompanhar, dei castigo, briguei, já coloquei pra fazer aulas particulares, deixar à vontade para ele ter autonomia, tudo!!!! Converso bastante e sou bastante franca com ele sempre, mas não consigo que ele mude de atitude!! Tentei leva-lo ao psicológo mas eu não me senti segura e percebi que ele controlava a situação. O que voce sugere?

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