Dezembro/2012

abr28

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Pequenas mensagens para reflexão diária

Animais não são descartáveis. São seres que podem não pensar, mas, com certeza, sentem. Sentem amor, raiva, tristeza, frustração. Sentem dor, e não apenas a dor física, que é óbvia, mas experimentam a dor da separação, de serem traídos, abandonados. Por isso, antes de assumir a responsabilidade por um animalzinho, pense bem. Ganhar a confiança dele e depois abandoná-lo é mais do que uma traição. É um ato de profundo egoísmo e desamor. Não faça isso.

Nessa época, cresce o número de animais abandonados. Não seja mais um a engrossar essa triste estatística. Não cometa uma covardia dessas. O animal é seu, foi você quem assumiu a responsabilidade por ele. Com certeza, não é isso que gostaria que fizessem com você. Seja responsável seja humano, seja consciente. Não abandone seu animal.

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Já que o mundo não acabou, aproveite para acabar com algumas coisas no seu mundo interior. Dê um fim na tristeza, na revolta, na raiva, no ressentimento, no ciúme, na decepção. Renove seus sentimentos para que, lá no fundo do seu íntimo, seu mundo particular seja apenas de alegrias, esperança, compreensão e amor. Você merece dar esse presente a si mesmo.

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Não se preocupe com o que faz o seu próximo. Não pense nas atitudes dele, não critique seus pensamentos, não julgue suas atitudes. Não faça avaliações tendenciosas nem caia na tentação de se julgar melhor… ou pior. Na verdade, não julgue, não ache nada. Se precisar, observe, mas só. Da observação vêm os exemplos e, com eles, a exata noção do que se aprendeu ou deixou de aprender. Mas cuidado: observar não é julgar. O julgamento vem carregado de uma escala de valor que, na maioria das vezes, decorre da ilusão e do orgulho. Seja inteligente, não caia nessa. Todo mundo é igual, e o fato de você já ter aprendido alguma coisa que o outro ainda não aprendeu não significa que você saiba tudo e que ele não sabe nada. Ele pode muito bem já ter entendido algo que está bem longe da sua compreensão, tão longe que você nem imagina. Cada um faz o que pode e dá o que tem, logo, ninguém pode ser culpado por não dar mais do que possui nem fazer o que não está em condições. E isso vale para todo mundo, para qualquer um de nós. Julgar o próximo é julgar a si mesmo com suas próprias palavras, porém, com a imagem alheia. Seja bom e compreensivo com você mesmo: não julgue.

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Fim de ano não significa fim de vida. Ao contrário, quando um ano termina, um novo momento se inicia e, com ele, novas perspectivas de vida. Deixe para trás as tristezas e concentre-se na alegria. Se o ano que passou foi ruim, o que virá trará coisas boas. Se foi bom, o próximo será muito melhor! A esperança é autorrenovável na consciência humana, basta deixá-la fluir. Permita-se balançar de vez em quando, porque isso faz parte da nossa natureza, mas sempre é tempo de se reerguer. Depois que a tristeza, a angústia e o desânimo passam, o que resta é a vontade de viver. Não se sinta derrotado no próximo ano. Simplesmente respire e perceba que tudo o que está dentro de você são os sinais de que você tem vida. Viva!

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