Novembro/2013

mar22

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Pequenas mensagens para reflexão diária.

Nossas diferenças são apenas externas. Em essência, somos todos iguais. Nada nos diferencia aos olhos de Deus, que ama tanto um inseto como o ser humano com a mesma intensidade. O Criador não faz distinção entre suas criaturas, e apenas estas, mergulhadas na ilusão da arrogância, julgam-se superiores e melhores do que seus irmãos. Quem é mais inteligente, mais capaz, mais habilidoso, mais talentoso, assim é porque se esforçou mais para conquistar seus próprios valores. Mas o valor que se mostra disponível a eles reside no interior de cada um. A diferença é que uns investem em si mesmos, ao passo que outros preferem permanecer na estagnação e na inércia. Mas nada disso justifica a discriminação e o preconceito. A centelha divina é única e faz de nós parte da mesma matéria.

Compreender a igualdade e as desigualdades é o caminho do respeito, da tolerância e do amor. Tente.

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Ninguém deve viver para o outro nem para si mesmo. Nem abrir mão do que quer, nem querer tudo só para si. É preciso haver um equilíbrio entre o interno e o externo. Empatia é fundamental, assim como a autovalorização. Ninguém é melhor nem pior; nem mais, nem menos. Cada um com suas virtudes e seus defeitos, respeitando as virtudes e os defeitos do próximo. O exemplo é mais eficaz do que a crítica, o julgamento cede diante da compreensão.

Cada um ocupa uma posição na vida, e trocar de papeis faz parte da roda da evolução à qual todos, inexoravelmente, estamos sujeitos. Pense nisso antes de ser egoísta ou “bonzinho”. Seja bom com aqueles que o rodeiam e, primeiramente, com você, pois ninguém pode amar o próximo se não amar a si mesmo.

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Não devemos nos cobrar tanto. Não somos perfeitos, embora tenhamos, dentro de nós, todos os ingredientes para alcançarmos a perfeição. Mas isso demora. É preciso experienciar muitas vidas para nos aproximarmos da verdadeira iluminação. Enquanto isso não acontece, vamos tentando…

Temos que ser compreensivos com as nossas limitações. Deixar o orgulho de lado e aceitar que desconhecemos muitas coisas, não podemos tudo, não somos infalíveis. Essas são ilusões deixadas pelo orgulho. Vencer o orgulho é difícil, é vencer a parte mais ditadora em nós, aquela que luta para comandar nossos pensamentos e atitudes mais mesquinhos e danosos.

O esforço é próprio e pessoal e deve começar com a aceitação. Aceitar que somos orgulhosos é complicado, mas é preciso. À medida que vamos caminhando, vamos deixando pelo caminho nossas imperfeições, mas o orgulho costuma ser o último a nos abandonar.

Mas só seremos verdadeiramente livres quando conseguirmos, finalmente, nos desapegar das armadilhas do orgulho e fazer brilhar em nós a luz da simplicidade e do amor.

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